Não estamos para brincadeiras.

Abrindo assim este artigo “a pés juntos”, a indústria de vestuário e têxtil é a segunda maior poluidora do mundo. Sim, leste bem, a segunda maior poluidora do mundo.

– O mercado global de vestuário (avaliado em 3 triliões de dólares) representa 2% do Produto Interno Bruto (PIB) do mundo e quase 75% está concentrado na Europa, EUA, China e Japão.

– Segundo a ONU, a indústria da moda, contribui com 10% das emissões globais de gases de efeito estufa devido às suas longas cadeias de suprimentos e produção intensiva de energia.

– Entre 2000 e 2014, a produção de vestuário dobrou, com o consumidor médio a comprar 60% mais peças de vestuário em comparação com 15 anos atrás. No entanto, cada item de vestuário agora é mantido por metade do tempo.

Assustador?

E é só a ponta do iceberg.

 

E se, tal como como aconteceu connosco te estás a perguntar

“O  que será que acontece a todas as peças que sobram nas lojas e não se vendem?”

Bom, o chamado stock parado (dead stock) é o produto que provavelmente nunca sairá das prateleiras/armazéns das lojas.
A cada ano que passa, há uma grande probabilidade de que, a cada mudança de estação, exista uma quantidade cada vez maior de produtos que simplesmente não serão vendidos.
Embora possa parecer que a existência destes artigos é inofensiva, a verdade é que ou ocupam espaço valioso num armazém ou, em último caso são destruídos, sendo este último o cenário mais negro em termos de impacto ambiental.

Muita dessa destruição é feita na Índia, longe dos nossos olhos. A cidade de Panipat é especializada na destruição de vestuário, havendo até uma curta-metragem horrível que documenta mulheres a triturar roupas novinhas em folha.

 

Sabias que, todos os anos, em todo o mundo, 10 biliões de artigos têxtil já produzidos vão parar a lixeiras?
Se traduzirmos para elefantes, este desperdício equivale a 2700 elefantes por dia, ou seja, 985 500 elefantes por ano. Assustador certo?

 

Quais são alguns dos impactos ambientais da destruição de excesso de stock?

O impacto ambiental mais óbvio da destruição de excesso de stock é a emissão de carbono. Também se verifica uma contribuição para o aumento CO2 e há ainda uma tonelada de produtos químicos e acabamentos embutidos em roupas e tecidos através do tingimento que quando é queimado se infiltra no ar.
Atualmente, o poliéster representa cerca de 60% do mercado total de fibras e é proveniente do petróleo. Isto seria o mesmo de dizer que quando queimamos poliéster, estamos a queimar petróleo.

 

Chocante, não é?
Para nós foi!

E foi perante toda esta informação que não conseguimos ficar de braços cruzados.
Foi perante todo este cenário dantesco que sentimos que tínhamos que fazer alguma coisa.
Foi da vontade de mudar o mundo, com pequenas grandes ações que nasceu a United Boutiques.

Temos um sonho – reduzir o impacto ambiental causado pelo desperdício têxtil, levando até aos nossos compradores o dead stock das melhores marcas, aos melhores preços.

Juntas-te a nós nesta missão?

 

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